Autor Patrícia

O Poder da Inteligência Multifocal e do Autoconhecimento

“Assim como pensa em sua alma, assim você é.”

(Pv.23:7)

O ser humano sempre buscou respostas para suas perguntas mais complexas sobre si mesmo e, nos dias de hoje, esta busca está cada vez maior. O mundo está evoluindo muito rápido, milhões de informações chegam a nossa vida diariamente, vivemos rodeados de novidades constantes, e isso tudo para ser absorvido por nós levaria anos. No entanto, devido à pressa, à pressão do dia a dia, à busca incessante pela autorrealização e sucesso, muitas vezes somos impedidos de parar e perceber o que está acontecendo conosco e com as pessoas ao nosso redor. Na era das conexões, das redes sem fronteiras, do bate e volta de respostas virtuais sem muito pensar e de todas as formas de se comunicar, o homem está se desconectando – de si mesmo e, consequentemente, do mundo real. As pessoas estão ficando mais vulneráveis a doenças cognitivas, físicas e emocionais que antes eram permitidas apenas aos grandes pensadores, artistas e cientistas.

Mas o que fazer com tudo isso?

Como viver melhor o aqui e agora sem perder o sucesso tão almejado?

Como tornar seus relacionamentos melhores, sustentáveis e duradouros?

Como ser feliz de verdade nos dias de hoje, aproveitando tudo de melhor ou ressignificando tudo de ruim

que possa nos acontecer?

 

Augusto Cury, psiquiatra, pesquisador, escritor e autor da teoria da Inteligência Multifocal, por mais de vinte anos estudou o complexo funcionamento da mente humana para nos trazer algumas dessas respostas. Em seu livro Inteligência Multifocal – análise da construção dos pensamentos e da formação dos pensadores, revisto e atualizado em 2006, ele traz a aplicação dessa teoria às principais funções da inteligência humana, buscando desvendar o complexo funcionamento da mente humana. Por meio da inteligência humana, composta pela construção de pensamentos; transformação da energia emocional; formação da consciência existencial e da formação da história existencial armazenada na memória, concluiu-se que uma pessoa multifocalmente inteligente desenvolve no mínimo 10 funções:

1 – A arte de amar e valorizar a vida
Amar e valorizar a vida são artes indispensáveis para se manter feliz e grato pela própria existência e pela existência de outras pessoas. Honrar e respeitar a sua própria história fazem com que o ser humano honre e respeite a história do seu próximo. A vida é a única linha que se for rompida jamais voltará. Como você tem amado e valorizado a sua vida e a vida dos outros?

2 – A arte de apreciar o belo
Apreciar o belo vai além da beleza. É a forma de admirar o que está em volta. Como a pessoa interage com “paisagens”, mesmo estando distorcidas, acinzentadas e pouco valorizadas. Conta-se uma história que uma senhora varria as pétalas das flores do ipê-amarelo que caiam sobre sua calçada porque ela as via como sujeira. O ipê-amarelo é uma árvore que dá flores lindas na primavera e enquanto alguns param para contemplá-las, outros, como essa senhora, acham que o belo é manter sua calçada limpa. Como você tem apreciado o mundo à sua volta?Durante uma viagem, o que é mais bonito de se ver, o paredão de pedras ou as montanhas, vales, o pôr do sol, o vento no seu rosto?

3 – A arte de pensar antes de agir
A tolerância tão necessária nos dias de hoje nada mais é do que pensar antes de agir. Respirar fundo, conhecer o seu estado emocional e conhecer o estado emocional do outro podem evitar uma série de conflitos e tragédias. É melhor pensar antes de agir do que viver pedindo desculpas por precipitações desnecessárias ou promessas não cumpridas.

4 – A arte de expor e não de impor as ideias
É comum algumas pessoas se irritarem quando suas ideias não são aceitas; seu tom de voz aumenta a medida da negação do outro; chegam até a ficar “vermelhas” de raiva ou alterar a sua voz, simplesmente porque querem obrigar o outro a aceitá-las por algum motivo. As ideias são mais bem aceitas quando são expostas e não impostas. A exposição dá a liberdade de escolha e compreensão do outro, ao passo que a imposição gera desconforto e situações de divergências e antipatia. Valorize suas ideias, mas não espere que o outro faça o mesmo apenas por obrigação.

5 – A arte de ser solidário
Ajude o outro à medida que ele quer ser ajudado. Faça por ele o que ele gostaria que fosse feito por ele, e não o que você gostaria que fosse feito por você. A solidariedade está nas pequenas ações do seu dia a dia. Seja solidário em suas palavras, o mundo já tem críticos demais. Importe-se em ser um “ser de luz” na vida das pessoas. Não é preciso ter riquezas materiais para se doar ao outro, basta ajudar na proporção que você pode: um abraço, um sorriso, um aperto de mão, fazer o dia de alguém melhor, ser compassivo, ser gentil – afinal, gentileza gera gentileza.

6 – A arte de gerir os pensamentos dentro e fora dos conflitos
Tão importante quanto a arte de pensar antes de agir, gerir os pensamentos dentro e fora dos conflitosé para os sábios e às pessoas que se respeitam. Durante um conflito, é possível filtrar pensamentos e evitar atitudes inconsequentes. Como você gerencia seus pensamentos em momentos de crise, pressão ou adversidades?

7 – A arte de se colocar no lugar dos outros
Se colocar no lugar de outra pessoa requer mudança, disposição, sabedoria, doação e o mais importante, abrir-se para que alguém se coloque no seu lugar em algum momento. Assim como o filme “Se eu fosse você” interpretado por Glória Pires e Tony Ramos, só será possível entender o “outro”, além de si mesmo, conhecendo o interior do “outro” como se estivesse em seu lugar – dentro dele.

8 – A arte de manter o espírito empreendedor
Reinventar-se, atualizar-se, inovar-se constantemente podem contribuir para que sejam vislumbradas novas possibilidades e criação de uma nova vida, de um novo ciclo. Manter o espírito empreendedor é também romper obstáculos causados por paradigmas e crenças limitantes. Uma pessoa inovadora e criativa e com um espírito empreendedor aumenta suas chances de alcançar o sucesso mais rápido do que pensa – ela se torna diferenciada e perceptível mais facilmente.
9 – A arte de trabalhar perdas e frustrações
Essa é uma das artes mais importantes da inteligência emocional. Perdas e frustrações têm a tendência de aprisionar as pessoas e as adoecerem. Ressignificá-las e trabalhá-las possibilita dar um novo sentido à vida e aos “seus altos e baixos” passíveis a qualquer pessoa.

10 – A arte de colaborar em equipe
Colaborar em equipe ainda é um desafio dentro das escolas, universidades e empresas, pois mesmo num mundo de conexões e informações acessíveis a todos, algumas pessoas ainda se encontram individualistas e próprias de si mesmas. A colaboração em equipe traz resultados mais positivos e duradouros, pois é onde possibilita a prática de muitas das funções da inteligência multifocal destacadas anteriormente. Saber dividir ideias e conhecimento em prol de um objetivo comum torna as pessoas mais resilientes, realizadas e consistentes diante dos seus relacionamentos diários.

Como as funções da Inteligência Multifocal podem ser desenvolvidas?

O autoconhecimento é uma poderosa ferramenta para facilitar o desenvolvimento das funções da Inteligência Multifocal. Mudar comportamentos habituais significa mudar a forma de enxergar a própria cultura, os próprios valores e as próprias atitudes. Para isso, o uso do processo de Coaching é um ótimo aliado, pois por meio dele haverá um resgate dos 90% do inconsciente para o uso dos 10% no consciente de uma pessoa de forma mais saudável.É por intermédio da consciência do que deve ser melhorado e da sua ressignificação que as mudanças aparecem e a construção de novos pensamentos e emoções passam a acontecer de forma mais  equilibrada.

Para finalizar…
Para ser um profissional de sucesso, antes de tudo, é necessário ser uma pessoa de sucesso. Esse é o verdadeiro poder que uma pessoa pode obter ao longo do seu caminho. Enquanto muitas pessoas se preocupam com o básico – que é a obtenção de dinheiro –, suas vidas ficam adoecidas e envolvidas em ciclos que não se fecham – arriscando-se a uma vida insana e desconexa do seu verdadeiro eu. Uma pessoa que se conhece bem, caso perca o que é palpável, como o dinheiro ou bens materiais, consegue de cabeça erguida superar e reconstruir tudo novamente. Do contrário, se uma pessoa não se conhece, demorará muito mais para realizar essa reconstrução.
Você pode se perder do mundo, o mundo pode virar as costas para você, mas seria uma tragédia se você se perdesse de você mesmo. Você é único! Você é o seu maior patrimônio!

Leve o Workshop “O Poder da Inteligência Multifocal e do Autoconhecimento” para a sua empresa ou para o seu evento.

Gratidão!

Patrícia Gonçalves

Master Coach & Trainer

Escritora Palestrante

Diretora-Presidente da Cocriarte Produções

 

 

Todo mundo é coach?

Será que todo mundo é coach agora? Essa tem sido uma pergunta muito comum, uma vez que estamos vivendo o momento do Coaching no Brasil. Mas, uma pergunta que não quer calar: será que todo mundo é médico, advogado, psicólogo, engenheiro ou professor?Não entenda essa minha pergunta tendenciosa, mas muito pelo contrário. Ela tem simplesmente o objetivo de esclarecer para você que não conhece tão bem o Coaching e também para você que já ouviu falar do Coaching que, não, nem todo mundo é coach, infelizmente.

O Coaching explodiu no Brasil e atraiu muitas pessoas a participar dos seus cursos de formação ou passar por um processo com algum profissional. Algumas pessoas dizem que essa explosão foi ocasionada pela crise que o país passa e eis aí uma nova profissão que vai fazer todo mundo ficar “rico da noite para o dia”. Ops! Para tudo, não é por aí!!!

Outros dizem que o Coaching é modismo…Não é! Afinal, quem estudar mais um pouco essa metodologia saberá que ela existe há séculos. O fato é que o Coaching ajuda a acelerar os resultados e muitas pessoas têm buscado as formações  com o objetivo de autoconhecimento, aumento da performance na liderança, melhoria em seus negócios, e claro, há aqueles que o buscam para se tornarem profissionais coaches.

A polêmica, muitas vezes, está em, por exemplo: “A pessoa leu um livro de Coaching e já acha que é coach”. Realmente isso não faz sentido, pois quem nunca fez uma formação e só leu um livro, não pode sair por aí falando que é um coach, mesmo que se identifique. Você  compraria um serviço de Coaching de alguém que leu livros sobre o assunto, que não passou pela prática, que conhece algo de teoria e sem vivência? Bem, tudo isso vai depender do resultado que você quer alcançar na sua vida e depois, não adianta “chorar o leite derramado” e sair falando mal de todos os coaches. A primeira coisa que um profissional coach precisa é dominar a metodologia utilizada, pois essa visa mudança comportamental para aumento de performance e precisa de muito, muito, mas muito estudo e prática, afinal, cada ser humano tem o seu próprio universo e esse é bem particular.

Outra polêmica é: A pessoa faz um curso inicial de 6 dias ou 8 dias (eu disse inicial) e já sai dizendo que é coach. Sim! A pessoa que passou por uma formação e recebeu o certificado pode falar que é coach, afinal, ela passou por um curso de formação. Essa pessoa está habilitada… É como aquele motorista que acabou de tirar a sua carteira de habilitação e precisa de muita prática para não provocar um acidente. E esse coach, que quer ser um profissional, vai praticar muito, principalmente em si mesmo. Não importa se vai “arranhar o carro” algumas vezes, ele estará em fase de prática do aprendizado e vai utilizar o pro-bono (forma gratuita de atendimento) por um período até se tornar apto. Mas claro, isso vai da evolução de cada um… Como eu disse, cada ser humano tem um universo particular. Alguns aprendem mais rápido, tem vocação e podem atender seus clientes de forma excelente em menos tempo que se espera.

Eu me identifiquei desde o início com o Coaching, já tinha a vocação. Então, faço parte das pessoas que tem a pré-disposição para essa profissão e isso é algo necessário para qualquer profissão. E mesmo com vocação, isso não me fazia uma coach nata… Quando eu fiz a minha primeira formação, eu trabalhava em uma multinacional, era gestora de uma grande área da empresa e queria atuar como profissional coach e atender como coach no meu próprio negócio… Mas, te confesso que precisei estudar muito, fazer muitos cursos, investir R$$$, ser staff e trabalhar com grandes coaches, além de ter muita prática para elevar os meus resultados e os dos meus coachees.

Eu acredito que um bom coach é aquele que é seu próprio case de sucesso, ou seja, se a vida dele mudou desde quando ele conheceu o Coaching, é sinal que ele fez bom uso sobre o que aprendeu… Meu grande case de sucesso, no meu início, fui eu mesma… Sim, eu fui a primeira pessoa a experimentar o Coaching na minha vida (Autocoaching) e em um ano eu consegui ter os resultados que eu havia colocado como objetivo. E já se vão seis anos, vivendo o Coaching todos os dias… Hoje, eu posso dizer, estou muito feliz com os feedbacks que recebo, quer seja de um líder em ascensão, um empreendedor, um executivo de alto escalão e até mesmo dos próprios coaches que atendo, em fase de transição de carreira e para abrirem os seus negócios.

Por fim, eu realmente adoraria que todo mundo fosse coach, na sua vida, na sua casa, na sua liderança, na educação, na igreja, na comunidade, no esporte, na política, na empresa, no atendimento ao público… Mas, para ser um coach que vive dessa profissão todos os dias, é preciso “ralar” muito, estudar muito e fazer a diferença na vida do outro… Adotar a carreira como coach é acima de tudo, ter muita responsabilidade com o que faz e provoca no outro. É ter congruência, comprometimento, ética e a certeza de que está na profissão certa, não apenas pelo dinheiro, mas pela missão, assim como qualquer bom profissional, independente da área de atuação.

Espero ter contribuído com o seu conhecimento! Até a próxima!

Patrícia Gonçalves

Master Coach de Carreiras & Lideranças

Diretora-Presidente da Cocriarte Produções

www.patriciagoncalves.com

@coach.patriciagoncalves

@cocriarteproducoes

Afinal, o que é Coaching? Dúvidas sobre o Coaching falado na novela “O outro lado do Paraíso”.

Muitos dos meus queridos amigos e pessoas interessadas no Coaching me fizeram algumas perguntas relacionadas ao que está sendo dito na novela “Do outro lado do Paraíso” e achei pertinente responder cada pergunta. Vamos lá?

  • Qual é o nome certo? Coaching ou Coach?

Primeiro, eu gostaria de esclarecer que o nome é COACHING (com ING no final) e não COACH, como a atriz diz. Coaching é a metodologia. Coach é o profissional e coachee é quem passa pelo processo (cliente).

  • Coaching é utilizado para curar traumas?

Não! Coaching não é utilizado para curar traumas. Quem trata de traumas e problemas patológicos é o Psicólogo ou Psiquiatra. Nesses casos, o coach deve direcionar o seu coachee a um desses profissionais. O que acontece é que quem passa pelo processo de Coaching pode ter um “efeito colateral positivo”, porque na metodologia é utilizada a Psicologia Positiva que trabalha a felicidade do indivíduo – estado presente. E claro, os seus impactos positivos “podem levar” a pessoa a ressiginificar esses traumas. Portanto, deve ficar claro e entendido que, em nenhum momento, o Coaching deve ser vendido ou apresentado com tal finalidade.

  • O que o coach deve fazer se perceber que o cliente tem algum trauma, como um suposto trauma por assédio sexual, por exemplo?

Se o coach souber ou perceber que o seu cliente tem algum tipo de distúrbio ou problema patológico, deve imediatamente informar ao seu cliente que Coaching não é o mais apropriado para o momento e sim que ele deve procurar um profissional habilitado para ajudá-lo com esse problema, como por exemplo, um psicólogo.

  • Mas e se o coach for psicólogo, ele pode atender uma pessoa com traumas?

Se o coach é esse profissional, ele pode mudar o foco do tratamento e ao invés de usar o processo de Coaching ele deve usar o da Psicologia Clínica ou a mais apropriada no momento – e não o Coaching. Posteriormente ao tratamento de terapia, quando o cliente estiver curado aquele problema, e havendo necessidade e livre interesse, ele pode voltar às sessões de Coaching. Afinal, terapia é terapia e coaching é coaching, embora possam se complementar. Ser um psicólogo coach ou um coach psicólogo é um diferencial em matéria de desenvolvimento humano.

Atualmente é bem comum que os profissionais psicólogos busquem a formação em Coaching para acelerarem os seus processos. A união da Psicologia Clínica com o Coaching pode proporcionar aos “pacientes” resultados mais rápidos do que a terapia tradicional. No entanto, isso depende da reação de cada paciente e da habilidade do psicólogo coach, uma vez que cada indivíduo tem um mundo diferente dentro de si. Algumas pessoas podem ter resultados mais rápidos, outras precisarão de mais tempo até conseguir alcançar os resultados esperados. Eu, por exemplo, fiz terapia (por seis meses) para controlar um transtorno de ansiedade e o próprio Neuropsiquiatra me liberou dizendo que o que eu precisava era de tomar decisões mais rápidas, alcançar os objetivos que eu pretendia. E foi quando eu conheci o Coaching e não precisei mais buscar a terapia. Mas, claro, se eu precisasse novamente por alguma questão patológica e fora do meu controle, com certeza eu buscaria a terapia novamente. Haja vista que eu tenho uma infinidade de amigos psicólogos e trocamos muitas informações relacionadas ao comportamento humano.

  • Qual é a relação do Coaching com a Hipnose?

Coaching e Hipnose são metodologias diferentes, mas assim como a Psicologia, devem ser usadas para finalidades específicas. O foco deve estar em atender a necessidade do cliente. O coachee quando busca pelo Coaching, ele quer alcançar resultados superiores em sua vida e objetivos pré-determinados. Ele normalmente sabe, ou tem uma vaga ideia do que quer e por algum motivo não está conseguindo alcançar ou se organizar para conseguir isso. Quer seja por falta de foco, algumas interferências cotidianas ou por que não sabe o que fazer e até mesmo porque sabe o que fazer, mas não está conseguindo sozinho. O foco do Coaching é levar o coachee do seu estado presente (atual) ao seu estado futuro (objetivo) de forma estruturada, organizada, consciente, trabalhando o seu autoaprendizado continuamente. Já a Hipnose, de forma resumida, pode ser entendida como uma metodologia que acessa o inconsciente de uma pessoa para trazer respostas desconhecidas e levar essa pessoa a ressignificar aquele momento traumático ou que esteja impedindo ela de alcançar o que quer.

Se o coach é um hipnotizador, assim como pode ser um psicólogo, deve separar o uso dessas metodologias. Isso deve ficar claro e evidente ao cliente que não se trata de Coaching e sim do uso de outra metodologia para atender uma determinada finalidade. Agora se o coach passou por uma formação que envolve Coaching com Hipnose, ele deve possuir a habilidade suficiente para conduzir a situação do coachee sem perder o foco no estado desejado pretendido.

Conclusões:

Enfim, espero ter sanado algumas dúvidas. Afinal, em matéria de comportamento humano o universo de conhecimento que um profissional precisa ter é infinito. Eu sou Master Coach & Trainer e tenho mais de 6 anos de prática. Eu estudo, pratico e ensino diariamente o Coaching, já fiz formações em instituições diferentes para conhecer métodos diferentes e é comum que as pessoas venham com problemas psicológicos buscando solução para suas angústias. Chegam a me dizer que se eu não resolver o problema delas, ninguém mais pode resolver. E sabe o que eu faço? Encaminho para os meus amigos psicólogos, pois não tenho a habilidade que eles têm para tratar o caso. Mas se o foco desse cliente é de aumentar a sua performance, melhorar seus comportamentos pessoais, elevar seus resultados, os resultados da sua equipe e da sua empresa, e alcançar seus objetivos de carreira e liderança, estou pronta para atender a cada um deles com o conhecimento que adquiri nesses meus 20 anos de universo corporativo aliado ao Coaching. Faço isso com clareza, transparência e ética. Isso faz a verdadeira jornada ser transformadora!

Que possamos, como profissionais de desenvolvimento humano deixar o nosso ego e vaidade de lado e focar no melhor resultado daqueles que procuram por nossa ajuda. Que possamos estar cada vez mais capacitados para atender “gente” e suas necessidades (e não apenas as nossas). Como bem disse Jung, “Ao tocar uma alma humana, seja apenas outra alma humana.” (Carl Jung)

 

 

Patrícia Gonçalves

Master Coach & Trainer

Diretora-Presidente da Cocriarte Produções

www.patriciagoncalves.com

@coach.patriciagoncalves

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